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V, de Valzinha

V, de Valzinha

Dicas para Bangkok

Devo começar por dizer que ADOREI Bangkok. É uma cidade suja e com muita confusão como muita gente faz questão de dizer. Sim, é. Mas tem uma magia inigualável. A confusão e a sujidade (que não se encontra em todo lado) fazem parte! Não encontrei uma única barata na rua (só as fritas, ahahaha), nada de nos subirem pelas pernas como já li.

Quem viaja para a Ásia tem de ir com o espírito e a mentes abertos. Estamos na Ásia!! Se querem ver ruas lindas, limpas e sem cabos eléctricos por todo o lado vão ao Mónaco, que atenção, também adorei!

 

Troquem dinheiro logo no aeroporto. Normalmente a agência com melhor taxa de câmbio é a SuperRich, que fica abaixo do piso dos Taxis. Quanto mais altas forem as notas que levarem mais vos pagam. Ou seja, se levarem tudo em notas de 20,00€ o euro vale x, se levarem em notas de 100,00€, vale y. Capiche?

 

Em Bangkok tudo é negociável. Quer sejam os preços dos passeios, as viagens de tuk-tuk e táxi ou as compras. Não aceitem o primeiro preço porque eles tentam sempre um primeiro preço elevado.

 

Quando andarem de táxi perguntem sempre, antes de entrar, se o taxista vai ligar o taxímetro. Muitos não o querem fazer (há inclusive táxis sem taxímetro) mas normalmente fica mais barato do que combinar um preço.

 

Pernas e ombros à mostra não são permitidos nos Templos, mas em praticamente todos emprestam roupa para utilizar durante a visita.

 

Os machos não podem ir ao SkyBar, na Lébua Tower, de calções! Se não quiserem levar um único par de calças para a viagem não há problema, em frente ao edifício há uma banca que aluga ou vende calças!

 

Se não quiserem grandes luxos recomendo muito o ‘Hotel Rambutrri Village’ na Rambutri Road. É limpo, confortável, funcional, central e barato. A Rambutri Road é uma rua com imensos restaurantes, lojas, bancas de rua e alguns bares nocturnos. Fica perto da Koh San Road, do Grand Palace e do Wat Pho. Perto da agitação, mas longe o suficiente para se conseguir descansar e dormir.

 

Beijinhoooos,

Valzinha*

 

publicado às 10:54

O que visitar em Bangkok ... O nosso roteiro!

Chegados a Bangkok, maravilhados com o bafo de calor e cheios de nervoso miudinho seguimos para o hotel na Rambuttri Road!

 

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O templo ‘Wat Pho’ foi a nossa primeira visita em Bangkok. Era relativamente perto do nosso hotel e fomos visitá-lo no primeiro dia. Entre fotografias, caras de admiração e entusiasmo e alguns minutos a andar encontrámos o templo. Paga entrar pagámos 100 THB cada e deram-nos uma garrafa de água a cada. Acreditem, faz muita falta! Não é um templo muito grande e a maior atracção é mesmo o Buda Reclinado. Este Buda tem 46 metros de comprimento, 15 de altura e é todo coberto a ouro. Deixa qualquer pessoa de boca aberta! Além disso tem diversos Budas e diversos Bonsais espalhados por vários pátios. É bom para passear e apreciar a arquitectura e a magia do local. O Wat Pho também é conhecido por ser o local de criação da famosa Thai Massage e por isso é possível fazer uma óptima massagem por ali.

 

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No 2º dia visitámos o Mercado Flutuante, como não poderia deixar de ser! É local de passagem obrigatória já que é tão característico da cidade. Na realidade fica a cerca de 1 hora de distância de Bangkok. Nós fomos de Van e deu para dormitar um bocadinho já que a partida foi às 7h00! Quando chegámos pareceu-nos tudo muito confuso porque há várias vans, vários grupos e vários guias mas eles acabam por ter tudo organizado. O passeio no mercado é confuso, há realmente trânsito por ali! Barcos cheios de turistas, outros com os vendedores, mas é uma animação e é realmente muito giro! A única coisa que comprámos foi um coco fresco que nos soube muito bem. Depois do passeio de barco houve tempo para passear pelas bancas ‘terrestres’ e aí o que voltámos a comprar foi comida! O que haveria de ser? Ahahah. Desta vez comprámos o que eles chamam ‘Dragon Fruit’, entretanto já vi à venda cá em Portugal com o nome ‘Pitaya’, achámos que tinha bom aspecto e quisemos experimentar. As coisas que existem no mercado não são muito diferentes das que encontramos em outros locais em Bangkok e que acabam por ser mais baratas ou mais fáceis de negociar.

 

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Depois do mercado seguimos para o passeio de elefante que também tínhamos escolhido para aquele passeio. Sinceramente não sei como se chama o local porque comprámos as duas coisas juntas mas é perto do mercado. Acaba por não ser nada de especial porque é apenas um curto passeio por um bocado de mato, mas conta como experiência! O engraçado é que pelo caminho vamos dando bananas ao elefante que nos transporta e ele quer sempre mais !!

 

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O Sky Bar na Lébua Tower foi o nosso destino para depois do jantar e digo-vos que vale muito a pena! O Sky Bar é um bar e restaurante que fica num terraço no 64º andar de um prédio, conseguem calcular que a vista é interminável, certo? Como fomos à noite tivemos a perspectiva de ver a cidade toda iluminada mas tenho para mim que ao por do sol também deve ser espectacular! Optámos por não ir jantar porque é um sítio caro e que, pelo que lemos, além de caro é estilo gourmet, com pouca comida! Not for us! 

 

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No dia seguinte fizemos um passeio de barco pelo Rio Chao Phraya que incluiu passar pelo templo Wat Arun, num mini mercado flutuante, apenas com 3 ou 4 barcos e na ‘fish farm’, uma zona do rio que tem milhares de peixes e acaba por ser onde pescam para vender aos restaurantes. Durante o passeio conseguimos contemplar alguma da realidade de Bangkok … O rio é muito poluído, algumas casas da margem são completamente degradas e sujas, outras são aceitáveis, outras boas! Há realmente de tudo e tudo misturado. Pelo caminho vimos crianças a brincar, homens a pescar, mulheres a estender roupa, estavam todos no seu dia-a-dia. Conseguimos ver também um género de ‘lagarto-jacaré’ que mostro na foto em baixo e que não faço ideia qual seja a espécie mas é assustador pensar que existem animais daqueles no rio.

 

 

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O passeio terminou junto em Grand Palace e foi o que fomos visitar de seguida. Sinceramente não achei o templo nada de outro mundo (podem-me achincalhar), mas também pode ter sido porque foi a única altura do dia em que abriu um sol radiante e estava impossível aguentar o calor. Sim, eu fico insuportável nestas alturas porque não sou muito tolerante ao calor. Claro que o espaço é lindo, cheio de jardins, pátios e vários templos de uma arquitectura tão característica quanto bonita! É de salientar que quando se entra não se vê logo o Grand Palace, ele só vai aparecer mais à frente no passeio. Esta já foi a casa da família real durante muitos anos mas neste momento é apenas utilizado para cerimónias e realizações especiais.

 

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O centro comercial MKB também vale a pena visitar e foi o que fizemos ao final do dia. Tem 8 pisos divididos por áreas, um piso para roupa, outro para sapatos, outro para electrónica, outro para mobílias e mais uma variedade de coisas. Há de tudo, imitações rascas, imitações boas e artigos para todos os gostos. De seguida fomos para Patpong para ir ao ‘Patpong Market’, que é uma feira nocturna na rua, com diversas bancas e igualmente com diversos tipos de artigos. Foi nesta zona que vimos vários clubes de ‘ping pong show’.

 

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Em jeito de conclusão digo-vos que adorei Bangkok!! A cidade é muito confusa e tem zonas muito sujas como algumas pessoas se queixam mas tem uma mistica inigualável. Acho que por muitas cidades que conheça, cada uma tem o seu charme e esta vai sem dúvida ficar no meu Top!

 

Beijinhoooos,

Valzinha*

publicado às 22:16

Viagem à Tailândia - O planeamento

Vou começar com a maior viagem de sempre porque foi aquela em que escrevi o que fiz durante os dias e a que necessita de um planeamento mais minucioso, a viagem à Tailândia em Outubro de 2015!

 

Em primeiro lugar não se deixem enganar! A Tailândia não é um sítio que seja necessário ir por uma agência de viagens, com tudo tratado, transfers, hotéis e afins porque está super bem organizada para o turismo, não é minimamente perigosa e há imensos reports na internet que nos ajudam a planear as férias. Nós fizemos tudo com base no que lemos. Por uma agência ou fazem um pacote típico do estilo ‘Bangkok, Phuket e Ilhas Phi Phi’, ou para fazerem algo mais à vossa medida, pagam mais do dobro do que se forem vocês a planear as coisas. Dá trabalho, é verdade, mas o facto de podermos transformar uma viagem caríssima numa muito mais acessível compensa o esforço.

 

Nós começámos a ver voos e roteiros uns 9/10 meses antes. A única coisa que estava decidida é que iriamos iniciar a viagem por Bangkok, porque era a nossa porta de entrada na Tailândia, e que queríamos ir às Ilhas Phi Phi, porque era um sítio que já ‘conhecíamos’ por ter ouvido falar. O restante roteiro veio por acréscimo daquilo que fomos pesquisando.

 

Após várias pesquisas, comparações de preços e diferentes rotas aéreas, marcámos a viagem grande em Abril. Com viagem grande quero dizer a viagem da Europa para a Ásia. Falo assim porque optámos por partir de Madrid em vez de sair de Lisboa porque era uma diferença de 200€ por pessoa e uma viagem de Lisboa para Madrid seria muito menos que isso. Mesmo que seja uma diferença de 150€, se pensarmos que para Madrid se gasta uns 50€, 150€ na Ásia dá para fazer muita coisa! No nosso caso, como somos dois e cá em casa só há uma carteira, representou uma poupança de cerca de 300€!

 

Viajámos com a Emirates e ficámos fãs! O nosso voo saiu de Madrid por volta das 15h30 e o regresso foi à 1h00, o que foi óptimo pois deu para aproveitar o dia todo.

 

Depois de termos esta viagem marcada começámos a traçar o nosso roteiro e a decidir os locais que queríamos visitar de forma a conseguir conciliar voos, transfers e tempo necessário e pretendido para cada destino.

 

Decidimos ficar 4 noites em Bangkok e de lá seguir para Koh Tao. Uma ilha do lado do Golfo da Tailândia que lemos valer muito a pena conhecer. Tínhamos que sair de Bangkok com destino a um pier onde pudéssemos apanhar o barco até Koh Tao.

 

Podíamos ir de autocarro, comboio ou avião. Tendo em conta que as viagens de autocarro ou comboio seriam toda a noite e as de avião não estavam caras, optámos pela terceira opção.

 

Com o transporte decidido, faltava ver o destino. Podíamos voar para Chumpon ou Koh Samui. Ambos os locais tinham piers onde havia barcos com destino à ‘nossa’ ilha. Já não me recordo se foi por uma questão de preço ou de horário dos voos mas optámos pela primeira opção. Sabíamos que chegados ao aeroporto de Chumpon seria fácil apanhar um transfer até ao pier.

 

O próximo passo era sair de Koh Tao para as ilhas PhiPhi, que são do outro lado da Tailândia, no Mar de Andaman. Ainda não nos tínhamos apercebido disso até um amigo nos colocar essa questão já depois de termos a viagem com a Emirates comprada! Não havia de ser grave, certamente havia forma de irmos… Caso contrário tínhamos que alterar os planos.

 

Após pesquisarmos, percebemos que a melhor forma seria ir até Krabi e daí seguir para as ilhas. No entanto, a viagem até Krabi era de 6 horas (barco+autocarro), mais 2 horas de barco de Krabi para as PhiPhi, por isso pusemos a possibilidade de ficar a pernoitar uma noite em Krabi, assim não faríamos tudo de seguida e aproveitávamos para conhecer. Por isso, decidimos ficar 3 noites em Koh Tao, 1 em Krabi e as restantes 5 nas ilhas Phi Phi. Decidimos também que a estadia em Krabi seria em Ao Nang.

 

Por fim, tínhamos que sair das PhiPhi para algum destino onde pudéssemos voar para Bangkok pois era de lá o voo de saída da Tailândia. Aqui foi fácil, o mais perto é Phuket, por isso decidimos sair de barco até lá e de lá voar para Bangkok. Como o nosso voo para Madrid era só a 1h00, conseguíamos sair das ilhas PhiPhi apenas no último dia e por isso marcámos avião em Phuket por volta das 17h00.

 

Atenção que os voos internos em Bangkok voam de e para o aeroporto Don Mueng, que não é o mesmo de onde saem os grandes aviões para viagens longas, mas existe transporte gratuito entre ambos os aeroportos.

 

Os voos internos foram ambos feitos pela NokAir. Após pesquisa no SkyScanner eram os mais baratos e com melhores horários para o nosso roteiro.

 

A definição do nosso roteiro foi mais ou menos assim... Fomos vendo passo a passo o que queríamos fazer, os sítios que queríamos visitar e como nos movimentarmos de uns locais para os outros.

 

Claro que isto envolveu muita pesquisa, não foi feito nem marcado de um dia para o outro, mas há muita informação de como fazer isto na Tailândia e posso dizer que deu tudo certo! Não houve nada que falhasse a nível de transfers, horários, etc. Na perfeição!

 

Em relação aos hotéis, também fomos pesquisando de acordo com o tipo de hotel que queríamos e com o valor que queríamos gastar, quando nos interessava víamos os comentários e avaliações no tripadvisor e no booking e reservámos quase sempre pelo Agoda.

 

A última coisa a marcarmos foi a viagempara Madrid, que só marcámos cerca de 1 ou 2 meses antes e também era preciso conciliar com a de ida e volta para Bangkok. Acabámos por marcar viagem com a TAP e decidimos ficar a dormir uma noite em Madrid no regresso.

 

Nos próximos posts irei colocar o diário dos nossos dias por terras Asiáticas. Espero que gostem!

 

Beijinhoooos,

Valzinha*

 

publicado às 17:03

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