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V, de Valzinha

V, de Valzinha

Viagem à Tailândia - O planeamento

Vou começar com a maior viagem de sempre porque foi aquela em que escrevi o que fiz durante os dias e a que necessita de um planeamento mais minucioso, a viagem à Tailândia em Outubro de 2015!

 

Em primeiro lugar não se deixem enganar! A Tailândia não é um sítio que seja necessário ir por uma agência de viagens, com tudo tratado, transfers, hotéis e afins porque está super bem organizada para o turismo, não é minimamente perigosa e há imensos reports na internet que nos ajudam a planear as férias. Nós fizemos tudo com base no que lemos. Por uma agência ou fazem um pacote típico do estilo ‘Bangkok, Phuket e Ilhas Phi Phi’, ou para fazerem algo mais à vossa medida, pagam mais do dobro do que se forem vocês a planear as coisas. Dá trabalho, é verdade, mas o facto de podermos transformar uma viagem caríssima numa muito mais acessível compensa o esforço.

 

Nós começámos a ver voos e roteiros uns 9/10 meses antes. A única coisa que estava decidida é que iriamos iniciar a viagem por Bangkok, porque era a nossa porta de entrada na Tailândia, e que queríamos ir às Ilhas Phi Phi, porque era um sítio que já ‘conhecíamos’ por ter ouvido falar. O restante roteiro veio por acréscimo daquilo que fomos pesquisando.

 

Após várias pesquisas, comparações de preços e diferentes rotas aéreas, marcámos a viagem grande em Abril. Com viagem grande quero dizer a viagem da Europa para a Ásia. Falo assim porque optámos por partir de Madrid em vez de sair de Lisboa porque era uma diferença de 200€ por pessoa e uma viagem de Lisboa para Madrid seria muito menos que isso. Mesmo que seja uma diferença de 150€, se pensarmos que para Madrid se gasta uns 50€, 150€ na Ásia dá para fazer muita coisa! No nosso caso, como somos dois e cá em casa só há uma carteira, representou uma poupança de cerca de 300€!

 

Viajámos com a Emirates e ficámos fãs! O nosso voo saiu de Madrid por volta das 15h30 e o regresso foi à 1h00, o que foi óptimo pois deu para aproveitar o dia todo.

 

Depois de termos esta viagem marcada começámos a traçar o nosso roteiro e a decidir os locais que queríamos visitar de forma a conseguir conciliar voos, transfers e tempo necessário e pretendido para cada destino.

 

Decidimos ficar 4 noites em Bangkok e de lá seguir para Koh Tao. Uma ilha do lado do Golfo da Tailândia que lemos valer muito a pena conhecer. Tínhamos que sair de Bangkok com destino a um pier onde pudéssemos apanhar o barco até Koh Tao.

 

Podíamos ir de autocarro, comboio ou avião. Tendo em conta que as viagens de autocarro ou comboio seriam toda a noite e as de avião não estavam caras, optámos pela terceira opção.

 

Com o transporte decidido, faltava ver o destino. Podíamos voar para Chumpon ou Koh Samui. Ambos os locais tinham piers onde havia barcos com destino à ‘nossa’ ilha. Já não me recordo se foi por uma questão de preço ou de horário dos voos mas optámos pela primeira opção. Sabíamos que chegados ao aeroporto de Chumpon seria fácil apanhar um transfer até ao pier.

 

O próximo passo era sair de Koh Tao para as ilhas PhiPhi, que são do outro lado da Tailândia, no Mar de Andaman. Ainda não nos tínhamos apercebido disso até um amigo nos colocar essa questão já depois de termos a viagem com a Emirates comprada! Não havia de ser grave, certamente havia forma de irmos… Caso contrário tínhamos que alterar os planos.

 

Após pesquisarmos, percebemos que a melhor forma seria ir até Krabi e daí seguir para as ilhas. No entanto, a viagem até Krabi era de 6 horas (barco+autocarro), mais 2 horas de barco de Krabi para as PhiPhi, por isso pusemos a possibilidade de ficar a pernoitar uma noite em Krabi, assim não faríamos tudo de seguida e aproveitávamos para conhecer. Por isso, decidimos ficar 3 noites em Koh Tao, 1 em Krabi e as restantes 5 nas ilhas Phi Phi. Decidimos também que a estadia em Krabi seria em Ao Nang.

 

Por fim, tínhamos que sair das PhiPhi para algum destino onde pudéssemos voar para Bangkok pois era de lá o voo de saída da Tailândia. Aqui foi fácil, o mais perto é Phuket, por isso decidimos sair de barco até lá e de lá voar para Bangkok. Como o nosso voo para Madrid era só a 1h00, conseguíamos sair das ilhas PhiPhi apenas no último dia e por isso marcámos avião em Phuket por volta das 17h00.

 

Atenção que os voos internos em Bangkok voam de e para o aeroporto Don Mueng, que não é o mesmo de onde saem os grandes aviões para viagens longas, mas existe transporte gratuito entre ambos os aeroportos.

 

Os voos internos foram ambos feitos pela NokAir. Após pesquisa no SkyScanner eram os mais baratos e com melhores horários para o nosso roteiro.

 

A definição do nosso roteiro foi mais ou menos assim... Fomos vendo passo a passo o que queríamos fazer, os sítios que queríamos visitar e como nos movimentarmos de uns locais para os outros.

 

Claro que isto envolveu muita pesquisa, não foi feito nem marcado de um dia para o outro, mas há muita informação de como fazer isto na Tailândia e posso dizer que deu tudo certo! Não houve nada que falhasse a nível de transfers, horários, etc. Na perfeição!

 

Em relação aos hotéis, também fomos pesquisando de acordo com o tipo de hotel que queríamos e com o valor que queríamos gastar, quando nos interessava víamos os comentários e avaliações no tripadvisor e no booking e reservámos quase sempre pelo Agoda.

 

A última coisa a marcarmos foi a viagempara Madrid, que só marcámos cerca de 1 ou 2 meses antes e também era preciso conciliar com a de ida e volta para Bangkok. Acabámos por marcar viagem com a TAP e decidimos ficar a dormir uma noite em Madrid no regresso.

 

Nos próximos posts irei colocar o diário dos nossos dias por terras Asiáticas. Espero que gostem!

 

Beijinhoooos,

Valzinha*

 

publicado às 17:03

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